
Ibovespa hoje
- Ibovespa futuro oscila aos 139,7 mil pontos, dólar comercial cai a R$ 5,66 e juros futuros recuam.
- PIB do Brasil cresce 1,4% no 1º tri, diz IBGE, em linha com o esperado.
- Impacto do IOF nas empresas é de R$ 20 mil a cada US$ 100 mil movimentados, avalia XP.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
DIs: juros futuros abrem sessão com baixas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,730 | -0,025 |
| DI1F27 | 13,995 | -0,045 |
| DI1F28 | 13,495 | -0,035 |
| DI1F29 | 13,505 | -0,015 |
| DI1F31 | 13,680 | -0,020 |
| DI1F32 | 13,730 | -0,030 |
| DI1F33 | 13,740 | -0,010 |
| DI1F35 | 13,730 | -0,030 |
Bitcoin Futuro (BITFUT) inicia sessão com recuo de 0,30%, aos 608.200,00
Mini-índice com vencimento em junho (WINM25) abre com alta de 0,10%, aos 139.745 pontos
Dólar comercial abre em queda de 0,07%, cotado a R$ 5,661 na compra e a R$ 5,663 na venda
Minidólar com vencimento em junho (WDOM25) começa o dia com baixa de 0,04%, cotado a 5.665,50
Em oscilação, Ibovespa futuro agora cai 0,01%, aos 139.620 pontos
Dólar futuro abre em queda de 0,01%, cotado aos 5.705,00 pontos
IBGE revisa PIB do Brasil no 2° trimestre de 2024 sobre o 1º tri a +1,5%, de +1,3%
Ibovespa futuro vira para alta de 0,15%, aos 139.835 pontos
PIB cresce 1,4% no primeiro trimestre de 2025
No primeiro trimestre de 2025, o PIB cresceu 1,4% frente ao quarto trimestre de 2024, na série com ajuste sazonal. Pela ótica da produção, o destaque foi a Agropecuária (12,2%). Também houve alta nos Serviços (0,3%) enquanto a Indústria (-0,1%) não mostrou variação significativa. Em relação ao 1º trimestre de 2024, o PIB avançou 2,9%, com crescimento na Agropecuária (10,2%), na Indústria (2,4%) e nos Serviços (2,1%).
Ibovespa futuro abre em queda de 0,16%, cotado aos 139.405 pontos
Socorro de R$ 4 bi do governo às aéreas atrasa 1 ano e só deve sair em setembro
Em pedido de recuperação judicial nos EUA, Azul citou demora em liberação de recursos como entrave para superar crise financeira. É a terceira empresa brasileira do setor a entrar em reestruturação.
Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho
WEG recua no ano 15% e a pressão de queda segue; mas até onde pode ir a ação?
WEG recua em maio e amplia desvalorização acumulada no ano.
Inflação é principal foco agora, diz presidente do Fed de São Francisco
Os membros do Federal Reserve ainda podem cortar os juros duas vezes este ano, como projetaram em março, disse nesta quinta-feira a presidente do Fed de São Francisco, Mary Daly, mas por enquanto as taxas devem permanecer estáveis para garantir que a inflação esteja no caminho para atingir a meta de 2%. “Enquanto a inflação estiver acima da meta e houver alguma incerteza sobre a rapidez com que ela poderá voltar a 2%, bem, a inflação será meu foco, porque o mercado de trabalho está em boa forma”, disse Daly em entrevista à Reuters, após aparição no Rotary Club de Oakland. “Precisamos ter uma política neste espaço modestamente ou moderadamente restritivo, dependendo de como você o encara, para continuarmos a nos aproximar da estabilidade de preços.” No início deste mês, o Fed manteve os juros na faixa de 4,25% a 4,5%, onde estão desde dezembro. Daly disse que a decisão foi uma escolha “ativa”, já que o banco central avalia o impacto econômico das políticas comerciais e de outras políticas do governo Trump — como um motorista que mantém o volante firme em vez de virar para a esquerda ou para a direita.
SEC anuncia arquivamento de ação de execução civil contra Binance e fundador
A SEC acusou a Binance e Zhao em 2023 de várias violações das regras para negociação de valores mobiliários.
Kugler, do Fed, diz que está monitorando mercados em meio a grandes mudanças nas políticas
A diretora do Federal Reserve Adriana Kugler disse nesta quinta-feira que está observando atentamente os mercados em meio a mudanças substanciais na política comercial e possível diminuição do desejo de investidores de manter ativos em dólares. “Tenho prestado atenção à possível interação entre as vulnerabilidades financeiras das empresas e sua exposição ao comércio”, disse Kugler. “À medida que as tensões econômicas globais aumentam e as cadeias de suprimentos evoluem, entender como a saúde financeira de uma empresa se cruza com sua exposição ao comércio internacional torna-se cada vez mais crucial” em meio ao que chamou de “cenário econômico global incerto”. Os comentários chegam no momento em que a guerra comercial do presidente Donald Trump continua a manter os mercados financeiros inquietos, ao mesmo tempo em que aumenta os riscos em torno das perspectivas econômicas.
Dívida pública bruta fica em 76,2% do PIB em abril, mostra BC
A dívida pública bruta do Brasil como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) chegou a 76,2% em abril, de 75,9% no mês anterior, informou o Banco Central nesta sexta-feira. No mês, o setor público consolidado registrou um superávit primário de R$14,150 bilhões. Economistas consultados em pesquisa da Reuters esperavam saldo positivo de R$17,4 bilhões.
Azul (AZUL4) tem negociação de ADRs suspensa em Nova York
NYSE também solicitará o cancelamento da listagem dos ADRs.
Há espaço menor para cortes de juros no BCE, mas é preciso ser flexível, diz Panetta
O Banco Central Europeu tem reduzido o espaço para novos cortes na taxa de juros, mas deve manter uma abordagem pragmática e flexível e tomar decisões futuras caso a caso, disse o membro do Conselho do BCE Fabio Panetta nesta sexta-feira. Os membros do BCE voltarão a se reunir em 5 de junho, enquanto os mercados esperam que eles reduzam a taxa de depósito de 2,25% para 2%. Isso marcaria o oitavo corte de juros em um ciclo de afrouxamento monetário que começou em junho do ano passado e reduziu a taxa de depósito de 4% para os atuais 2,25%, refletindo a diminuição das pressões inflacionárias e as preocupações com o fraco crescimento econômico. “O espaço para novos cortes de juros tem diminuído naturalmente”, disse Panetta, que também é presidente do banco central da Itália, em um discurso em Roma.
Impacto do IOF nas empresas é de R$ 20 mil a cada US$ 100 mil movimentados, avalia XP
Remessas ao exterior ficaram R$ 17,7 mil mais caras a cada US$ 100 mil, com IOF indo de 0,38% para 3,5%; governo admite avaliar alternativas.
Kremlin expressa satisfação por posição de Putin sobre expansão da Otan ser compreendida pelos EUA
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse nesta sexta-feira que a Rússia está feliz que a posição do presidente russo, Vladimir Putin, sobre a adesão da Ucrânia à aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) esteja sendo compreendida pelos Estados Unidos. Peskov comentou sobre as palavras do enviado do presidente dos EUA, Donald Trump, Keith Kellogg, de que as preocupações da Rússia sobre a possível adesão da Ucrânia à Otan são justas.
Panetta, do BCE, alerta que perdas de criptomoedas podem prejudicar confiança nos bancos
O membro do Banco Central Europeu e presidente do Banco da Itália, Fabio Panetta, pediu nesta sexta-feira um monitoramento rigoroso dos riscos de reputação que os bancos enfrentam ao fornecer serviços de criptoativos, alertando que as perdas podem prejudicar a confiança dos clientes. Ao apresentar o relatório anual do Banco da Itália, Panetta alertou sobre os vínculos crescentes entre o mundo dos criptoativos e o sistema financeiro tradicional, apontando para o número cada vez maior de acordos entre bancos e provedores de ativos digitais. “Os detentores de criptoativos podem não compreender totalmente sua natureza e confundi-los com produtos bancários tradicionais, com repercussões potencialmente negativas para a confiança no sistema de crédito, caso ocorram perdas”, disse Panetta.
“Nosso fiscal não é frouxo, é totalmente desarrumado”, diz Gustavo Franco
Ex-presidente do Banco Central afirmou que o problema fiscal brasileiro é “patológico”.
UE ganha vantagem em negociações comerciais após tribunal dos EUA lançar dúvidas sobre tarifas, dizem autoridades da UE
A União Europeia ganhou vantagem nas negociações comerciais com os Estados Unidos depois que um tribunal norte-americano colocou em dúvida a legalidade das tarifas “recíprocas” de Washington, disseram autoridades da UE nesta sexta-feira. A Comissão Europeia disse que as negociações comerciais entre Bruxelas e Washington continuarão, com a Europa mantendo sua oferta de tarifas zero mútuas sobre produtos industriais. “Não há mudança em nossa abordagem, prosseguimos como planejado com reuniões técnicas e políticas na próxima semana”, disse um porta-voz da Comissão. Um tribunal federal de apelações dos EUA restabeleceu temporariamente as tarifas do presidente Donald Trump na quinta-feira, um dia depois que um tribunal de comércio decidiu que Trump havia excedido sua autoridade ao impor as taxas e ordenou um bloqueio imediato delas.
Ceron: derrubar IOF equivale a extinguir MCMV e cortar Defesa e Farmácia Popular
“Vamos demorar 10 dias para construir uma solução, para dar uma resposta à altura do problema”, disse Ceron, ao reconhecer que, no momento, “não há alternativa materializada” à receita.
Chefe de comércio da UE diz que teve outro telefonema com secretário dos EUA
O comissário de Comércio da União Europeia, Maros Sefcovic, disse nesta sexta-feira que teve outra ligação com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, conforme a UE e os EUA continuam os esforços para chegar a um acordo sobre tarifas. “Outra ligação com o secretário dos EUA @howardlutnick. Nosso tempo e esforço foram totalmente investidos, já que a entrega de soluções voltadas para o futuro continua sendo uma das principais prioridades da UE. Permanecemos em contato permanente”, escreveu Sefcovic no X. A UE quer ver o fim das tarifas de 25% sobre aço e carros e que Trump retire sua chamada tarifa “recíproca”, que foi provisoriamente fixada em 20% para a UE, mas está sendo mantida em 10% durante uma pausa de 90 dias até julho. Sefcovic disse nesta semana em Dubai que a Comissão Europeia estava em negociações com Washington sobre uma possível cooperação em setores como aeroespacial, aço, semicondutores e minerais críticos.
Barris de petróleo avançam e minério de ferro recua
Os preços do petróleo sobem, mas caminham para encerrar a semana com queda de mais de 1%, em meio a decisões tarifárias drásticas nos EUA e enquanto o mercado se preparava para um possível aumento na produção da OPEP+. As cotações do minério de ferro na China registraram perdas semaais devido à menor demanda da China e à incerteza comercial.
- Petróleo WTI, +0,95%, a US$ 61,52 o barril
- Petróleo Brent, +0,56%, a US$ 64,51 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,43%, a 702 iuanes (US$ 97,44)
Bolsas da Europa operam com ganhos
Os mercados acionários europeus operam em alta nesta quinta-feira, mesmo diante da incerteza em relação à política tarifária dos Estados Unidos, que segue gerando cautela entre os investidores. O índice de referência Stoxx600 caminha para seu primeiro avanço mensal em três meses, com alta de cerca de 4,4% até o momento diante da redução das tensões comerciais, bem como das recentes preocupações fiscais dos EUA que forçaram os investidores a se afastarem dos ativos norte-americanos. Também ajudavam o índice o fato de os governos europeus aumentaram seus gastos com defesa em resposta ao aprofundamento das tensões geopolíticas e aos alertas de Trump para reduzir a dependência militar de Washington.
- STOXX 600: +0,56%
- DAX (Alemanha): +0,91%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,69%
- CAC 40 (França): +0,22%
- FTSE MIB (Itália): +0,55%
Bolsas da Ásia fecham sexta-feira em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, pressionados pela desaceleração da economia dos Estados Unidos, pelos temores de inflação e pelas incertezas em torno dos desdobramentos judiciais relacionados às tarifas “recíprocas” de Trump, que afetaram o sentimento dos investidores. “A confiança piorou ainda mais em meio a um volume de negócios menor e dados macroeconômicas fracos”, escreveu Laura Wang, estrategista-chefe de ações da China no Morgan Stanley, em uma nota nesta sexta-feira.
- Shanghai SE (China), -0,47%
- Nikkei (Japão): -1,22%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,20%
- Kospi (Coreia do Sul): -0,84%
- ASX 200 (Austrália): +0,30%
EUA: índices futuros recuam de olho em tarifas e dados de inflação
Os índices futuros dos Estados Unidos operam em baixa nesta sexta-feira (30), pressionados por uma nova onda de incertezas tarifárias, após um tribunal federal de apelações restabelecer temporariamente as tarifas globais impostas pelo presidente Donald Trump. Na quinta-feira, a Corte de Apelações suspendeu uma decisão tomada no dia anterior por um tribunal comercial, que havia considerado ilegais e bloqueado parte das tarifas implementadas pela gestão Trump. A medida provisória concede tempo para que o caso seja analisado com mais profundidade, e o governo norte-americano deverá apresentar seus argumentos até 9 de junho.
- Dow Jones Futuro: -0,03%
- S&P 500 Futuro: -0,09%
- Nasdaq Futuro: -0,09%
Abertura de mercados
Os investidores voltam suas atenções nesta sexta-feira para a divulgação de uma série de dados econômicos, incluindo números do PIB brasileiro e de inflação nos Estados Unidos, enquanto continuam de olho em novidades sobre a política comercial da maior economia do mundo. O dia começará com dados do resultado primário e da dívida do Brasil em abril, a serem divulgados pelo Banco Central às 8h30. Um pouco depois, às 9h, o IBGE informará o resultado do PIB do país no primeiro trimestre, com expectativa em pesquisa da Reuters de expansão de 1,4% em relação ao trimestre anterior. Também segue no radar o impasse sobre o decreto do governo que aumenta as alíquotas do Imposto de Operações Financeiras (IOF), após o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, pedir uma solução conjunta entre Executivo e Legislativo, a fim de impedir que os parlamentares derrubem a medida. No exterior, o destaque será o relatório do índice PCE — o indicador de inflação preferido do Federal Reserve — para abril, com projeção de alta de 0,1% na base mensal, segundo pesquisa da Reuters. Os agentes buscarão sinais de impactos das tarifas do presidente dos EUA, Donald Trump. A política tarifária dos EUA continua em foco, à medida que caminha para o que parece ser uma batalha judicial depois que um tribunal federal de apelações restabeleceu na véspera as tarifas mais abrangentes de Trump, revertendo a decisão de um tribunal de comércio que havia bloqueado as taxas. (Reuters)
Principais índices em Nova York terminaram ontem com ganhos
Investidores em Wall Street poderiam se empolgar com os números de Nvidia, que surpreenderam positivamente, mas houve mais preocupação com a decisão da Justiça dos EUA de suspender o tarifaço do governo Trump. Os índices devolveram parte dos ganhos da manhã para uma alta leve. Isso porque, como resumiu o presidente do Federal Reserve de Chicago, Austan Goolsbee, a decisão “pode aumentar ainda mais a incerteza”. Para Brian Jacobsen, economista-chefe da Annex Wealth Management, “a decisão do tribunal de derrubar as tarifas de Trump é mais do que apenas um leve obstáculo. Embora o presidente Trump possa recorrer da decisão ou tentar contorná-la, essas opções são limitadas e podem acabar dando o mesmo resultado. Os mercados de ações gostaram da decisão”, declarou à Reuters.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,28 | 42.215,73 |
| S&P 500 | 0,40 | 5.912,17 |
| Nasdaq | 0,39 | 19.175,87 |
DIs: juros futuros fecham sessão de ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F26 | 14,755 | 0,020 |
| DI1F27 | 14,040 | 0,100 |
| DI1F28 | 13,530 | 0,080 |
| DI1F29 | 13,520 | 0,030 |
| DI1F31 | 13,700 | 0,020 |
| DI1F32 | 13,760 | 0,030 |
| DI1F33 | 13,750 | 0,000 |
| DI1F34 | 13,700 | -0,030 |
| DI1F35 | 13,760 | 0,010 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,50%
A gangorra continuou e o dólar voltou a descer diante do real, após a alta de antes de ontem. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,54%, aos 99,34 pontos.
- Venda: R$ 5,666
- Compra: R$ 5,666
- Mínima: R$ 5,643
- Máxima: R$ 5,703
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| AZUL4 | -6,80 | 0,96 |
| MGLU3 | -4,92 | 9,08 |
| BEEF3 | -3,83 | 5,02 |
| CYRE3 | -2,31 | 24,93 |
| MOTV3 | -2,08 | 13,68 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| PETZ3 | 2,38 | 4,30 |
| MRFG3 | 2,13 | 25,85 |
| CSAN3 | 2,07 | 8,40 |
| PRIO3 | 2,04 | 40,00 |
| IGTI11 | 2,02 | 22,72 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| BBAS3 | 76.437 | -1,58 |
| B3SA3 | 50.609 | -1,40 |
| BBDC4 | 46.350 | -0,43 |
| PETR4 | 41.935 | -0,60 |
| ITUB4 | 37.882 | -0,79 |
Ibovespa fechou ontem com baixa de 0,25%, aos 138.533,70 pontos
- Máxima: 139.108,26
- Mínima: 137.993,33
- Diferença para a abertura: -354,11 pontos
- Volume: R$ 18,10 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (26): +0,23%
- Terça-feira (27): +1,02%
- Quarta-feira (28): -0,43%
- Quinta-feira (29): -0,25%
- Semana: +0,51%
- Maio: +2,57%
- 2T25: +6,35%
- 2025: +15,17%
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