A denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) gerou reações diversas no mundo político, com aliados criticando a ação e governistas comemorando o desdobramento.
Filho do ex-presidente e líder da minoria no Senado, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou a denúncia como “vazia” em uma publicação em sua conta na rede social X. O senador compartilhou uma imagem rebatendo as acusações, mas não se manifestou oficialmente além do post.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), criticou a denúncia e afirmou, em suas redes sociais, que Bolsonaro é alvo de “perseguição”. Em nota, ele declarou:
“Não nos causa surpresa a denúncia formalizada pela PGR envolvendo o Presidente Jair Bolsonaro. A própria imprensa, por meio de vazamentos seletivos, já anunciava, inclusive, a pena que seria pedida. Certos de sua inocência, esperamos com serenidade que a justiça seja feita e que, finalmente, sejam observados os princípios do juízo natural, do contraditório, da ampla defesa e do devido processo legal”.
O senador Carlos Portinho (PL-RJ), líder do partido no Senado, afirmou que recebeu a notícia “sem surpresa” e voltou a defender a tese de que não houve tentativa de golpe, mas sim uma “revolta popular”.
Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) celebrou a denúncia contra Bolsonaro e afirmou que o ex-presidente pode “pegar até 28 anos de cadeia”.
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Oposição fala em ‘injustiça’
A denúncia da PGR será analisada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que decidirá se aceita ou não a ação contra o ex-presidente.